sexta-feira, 1 de junho de 2012

Adeus.

É como se você fosse a minha morfina, e eu não soubesse viver sem.
Todo dia sem sua dose, é como se um veneno corroesse todo meu corpo.
Sem ar, sem vida, apenas com dor e feridas.
O que fazer??
Esse estado de frenesi me consome e como uma heroína me dopo em meio de tanta tristeza e dor.
Dopamina em exagero?
Feniletilamina demais?
Não importa, agora tudo esta acabado, nossa história, intimidades, sonhos, desejos, tudo.
A única coisa que ainda existe é a dor, e o vazio que você deixou.

Por: Ágatha Ferreira.

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